Como potencializar a performance da equipe para uma boa captação?

Motivação e a forma como o gestor é visto pelos funcionários são fatores importantes para potencializar a performance da equipe para uma boa captação.

Tempo de leitura: 4 minutos. Você vai ler sobre:

  • Conheça sua equipe
  • Como a sua equipe te vê
  • Como lidar com resultados insatisfatórios
  • Desavenças na equipe
  • Dicas para ficar atento

Você já sentiu que pode melhorar a performance da sua equipe e captar mais alunos? Então este texto é para você!

Algumas das fórmulas para conseguir realizar um bom trabalho e que apresente excelentes resultados envolvem o bom relacionamento do gestor com a sua equipe.

Afinal, o líder é o responsável por motivar, corrigir o planejamento, organizar as etapas e agregar o conhecimento necessário ao seu time.

Aplicar bons métodos fica difícil quando o líder não conhece os funcionários. Mas não se desespere. Vamos explicar passo a passo como se comunicar, aplicar as ferramentas de incentivo e construir uma equipe que trabalhe junto e com o mesmo propósito que você.

Conhecer sua equipe é a primeira forma de aproximação

O primeiro passo para que a performance da equipe apresente melhores resultados é o conhecimento do líder sobre seus liderados. A qualidade técnica de um gestor, quando não acompanhada de um bom relacionamento, dificulta o aparecimento de melhores resultados.

Conhecer seus funcionários é o primeiro passo para potencializar a performance da equipe para uma boa captação

É parte essencial do trabalho do gestor conhecer a história, preferências e hobbies de cada indivíduo da sua equipe. E isso pode começar com a abordagem de assuntos quebra-gelo simples, como conhecer o signo ou quais as séries ou esportes preferidos dos integrantes de seu time.

Quando sentir que a rotina de trabalho está cansativa ou que a performance da equipe está abaixo do esperado, é importante encontrar novas formas de descontração para acalmar o time e reorganizar as tarefas de modo produtivo.

Se a equipe estiver motivada, a captação de alunos deixa de ser uma simples tarefa para se tornar um propósito diário e que pode, inclusive, se tornar uma tarefa divertida para o funcionário. 

O líder que demonstra se importar com os sentimentos da sua equipe, consegue aplicar o ritmo necessário, principalmente em um período de alta temporada, quando a cobrança é maior e as metas batem à porta.

Com os propósitos alinhados a um bom ambiente de trabalho, o engajamento deve vir acompanhado de incentivos, afinal, quando existe uma meta que se aplica a todos do grupo, um funcionário acaba influenciando o outro.

É válido inclusive o incentivo com campanhas, premiações, pequenas bonificações e outras formas de valorizar o trabalho do conjunto e que promovam a união da equipe.

A forma como o gestor é visto pela equipe

Um líder que aplica como estratégia essa aproximação, conquista facilmente a confiança do seu time e tem poder para reconhecer as necessidades e pontos de incentivo; recursos necessários para aumentar a performance da equipe. Entretanto, quando um líder tem a necessidade de manter um bom relacionamento com seu time, mas se mantém muito distante e inacessível, tudo vai por água abaixo.

A forma como o gestor é visto pelos funcionários pode potencializar a performance da equipe para uma boa captação

Quem deve abrir esse canal de comunicação é o próprio gestor, já que a cultura da relação entre líder e liderado impede que o funcionário se aproxime e dê ao seu gestor um feedback justo e sincero.

Quando o líder não abre um canal efetivo de comunicação com os liderados, a tendência é que a relação se torne inacessível e pouco produtiva.

Portanto, é preciso estar atento à essa resposta individual e criar uma conexão constante, que demonstre que você também sabe ouvir os anseios do seu time.

Nesse ponto, é válido lembrar a importância de lidar bem com as críticas, caso contrário será difícil receber feedbacks sinceros e de fato construtivos para o seu ambiente de trabalho.

Nesse intuito de abertura de relacionamento, estão correlacionados três pontos importantes, como explica Marília Sousa, Gestora de Relacionamento da Quero Educação: “É preciso deixar de ser chefe e ter aquela liderança compartilhada, que ouve muito e faz acontecer.

A gente tem que pensar em três coisas: o que seus liderados sentem, o que eles sabem e o que eles fazem“, lista.

O que eles sentem: é a relação que eles mantêm em seu ambiente de trabalho. Se os funcionários sentem que possuem autonomia e que podem expor suas ideias.

O que eles sabem: é válido pensar em todo o treinamento e preparo que o funcionário recebe para desempenhar suas funções e se através disso ele consegue visualizar um plano de carreira e desenvolvimento dentro da empresa.

E por fim, o que eles fazem: a consequência do que sentem e do que sabem. Quando a equipe está feliz e sabe o que está fazendo, com certeza irá realizar um bom trabalho.

Presença do gestor nos resultados insatisfatórios

Apesar de todo o esforço, nem sempre a performance da equipe alcançará bons resultados para a instituição de ensino, e é nessa hora que o gestor deve estar preparado para mudar o rumo da situação.

Quando o líder conhece o perfil de cada um de seus colaboradores, ele sabe o que em seu feedback, irá motivá-lo e o que não vai. “Durante o feedback eu preciso saber muito bem o que ele quer ouvir e também o que ele precisa ouvir“, indica Marília.

Presença do gestor nos resultados insatisfatórios pode potencializar a performance da equipe para uma boa captação

É preciso ainda, segundo Marília, que o gestor seja alguém que levante a autoestima do time e mostre lado a lado o que é necessário ser feito. Dizer apenas que os números estão baixos é uma obviedade. Um líder que mostra que está disposto a ajudar, no entanto, é um propulsor de resultados.

É preciso uma construção positiva inicial, afinal, é desnecessário transmitir ao colaborador a impressão de que ele não está conectado com o trabalho.

A partir da análise de um ponto negativo, o feedback deve ser objetivo. Quais situações específicas sobre esse assunto você presenciou? E o principal: qual é a sugestão de mudança?

Demonstrar envolvimento e intenção de ajudar facilita a clareza de objetivos e atitudes do funcionário ao sair daquele feedback.

Desavenças podem atrapalhar a performance da equipe

O gestor que conhece seus liderados e sabe corrigir seu planejamento em busca de resultados melhores também precisa ter a habilidade de identificar conflitos e desarmonias rapidamente. Uma correção rápida é essencial para que o problema não se espalhe e atrapalhe a produtividade do time.

“Seja pelo baixo desempenho, mau comportamento ou atitudes ruins, o líder precisa chamar individualmente cada um dos envolvidos. É necessário corrigir na hora, antes que o restante da equipe seja contaminada, explica Marília.

Se a meta é uma só e todos estão trabalhando juntos para alcançá-la, o clima na equipe deve ser de cooperação e empatia.

Todo mundo ali deve ter uma boa convivência, afinal, esse comportamento se refletirá no contato com o aluno que quer ingressar na faculdade e proporcionará uma boa imagem do que aquela instituição de ensino representa.

Dicas para o gestor atento

Após ler todas essas dicas sobre como ser um gestor atento e de como potencializar a performance de equipe, relembre os principais pontos discutidos:

Envolva-se: esteja conectado com seus liderados. Conheça-os melhor para valorizar seus pontos fortes, motivá-los e saber como corrigir falhas no percurso.

Esteja aberto a sugestões: seus colaboradores precisam confiar em você e acreditar que você os acompanha na busca pelas metas. Não se feche em sua sala esperando que os resultados e pensamentos de todos cheguem até você sem ações prévias efetivas.

Feedbacks constantes: eles são essenciais para um bom relacionamento e acompanhamento coletivo de resultados.

Equipe ativa: não deixe o seu grupo de trabalho desanimar. Busque treinamentos, formas diferentes de desempenhar as tarefas e procure planejar melhor as ações para a baixa temporada, quando ainda é possível manter a performance da sua equipe em alta.

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Sérgio Fiuza

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Sérgio é VP de Mercado da Quero Educação, startup que já inclui mais de 300 mil estudantes no ensino superior brasileiro por meio da concessão de bolsas de estudo. Além disso, construiu também carreira acadêmica, atuando como professor na Fundação Dom Cabral e Fundação Getúlio Vargas, além de participar de projetos no MIT e na Michigan State University.

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